demanda por serviços médico-assistenciais.
O brasileiro sofre com uma das mais altas cargas tributárias do planeta. Em tese, isso lhe garantiria um atendimento de saúde universal e decente. Mas não. Só em sete capitais, mais de 170.000 pessoas terão de esperar até cinco anos por uma cirurgia não emergencial. Nos hospitais e pronto-socorros, mais filas e queixas quanto à qualidade do atendimento. O desafio do governo é tornar este sistema mais saudável.
A saúde pública em nosso país vive uma situação que podemos chamar de caótica. A população brasileira sofre com a falta de atendimento médico adequado e com a crescente privatização do sistema de saúde. É de baixíssima qualidade a saúde pública oferecida. Longas filas para atendimento ambulatorial e hospitalar, desvio de materiais, unidades de assistência médica superlotadas, administradores negligentes em parceria com governantes corruptos, esse é o retrato da saúde pública brasileira. Crianças e idosos morrendo em corredores de hospitais públicos, sem atendimento e medicamentos, são motivos de vergonha nacional.
O agendamento de consultas em postos de saúde beira o desesperador: algumas consultas só podem ser agendadas para até 6 meses após o dia do agendamento, enquanto muitos exames sequer estão disponíveis.
Na tentativa de amenizar os problemas da saúde pública no Brasil, políticos lançam novos nomes para serviços já prestados, como AMA ou mutirões, mas jamais mantêm o foco no bem estar da população e/ou abrangência do atendimento. É bastante comum, principalmente nas metrópoles brasileiras, que pacientes morram na fila de espera por tratamentos, transplantes e consultas. Uma triste realidade.
O governo brasileiro gasta menos que a média mundial com a saúde de seus cidadãos. Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que o País de fato avançou na última década em relação aos investimentos na área. O resultado, porém, ainda o coloca em uma posição inferior à média global. Hoje, mais da metade das necessidades de saúde de um brasileiro é paga pelo próprio cidadão, não pelos serviços públicos.
Segundo os dados, os gastos públicos mundiais com a saúde de cada cidadão chegaram a US$ 571 por ano em 2010, a última cifra disponível em escala mundial. No Brasil, esse gasto per capta somou US$ 466/ano.
Fonte: http://www.wscom.com.br/blog/rui_leitao/post/post/A+sa%C3%BAde+p%C3%BAblica+no+Brasil-7046http://noticias.r7.com/brasil/noticias/gasto-com-saude-publica-no-brasil-e-metade-do-usado-nos-paises-que-tem-esses-servicos-de-graca-20110921.html
http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,gasto-per-capita-do-brasil-com-saude-e-menor-que-media-mundial-,1032260,0.htm

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